- Lugares do Distrito de Braga -


Sites consultados: Wikipédia, Infopédia, Uaum
Imagens retiradas do Google
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Sites consultados: Byweb, Wikipédia, Câmara municipal de Santa Maria da Feira
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- Trajes Tradicionais Região Autónoma da Madeira -

(imagem do blogue Portugal em Postais Antigos)
Sites consultados: Trajes de Portugal
O Palácio do Buçaco situa-se na Mata do Buçaco, distrito de Aveiro. Foi projectado nos finais do século XIX, pelo italiano Luigi Manini. Todo o Palácio emana uma beleza contagiante assim como os jardins que o envolvem, que pertenceram à Ordem dos Carmelitas Descalços, no entanto com a extinção das ordens passou a propriedade do Estado. Não são apenas jardins que o envolvem, para além de um extenso “oceano verde”, existem capelas, fontes, miradouros, uma Via Sacra e um Convento.
Sites consultados: Wikipédia, Guia da Cidade
- Festa Tradicional do Distrito de Castelo Branco –
Começou inicialmente por ser uma festa ligada ao ciclo da Primavera, foi cristianizada e associada à Lenda do Cerco de Monsanto. Segundo a mesma, “após prolongado cerco a Monsanto, os seus defensores desesperavam de se livrar do inimigo e encaravam com tristeza e mágoa a humilhação de uma próxima rendição pela fome. Da grande quantidade de víveres com que se haviam refugiado no Castelo restava apenas uma bezerra e uma quarta de trigo. Foi então que uma mulher idosa se lembrou de dar o trigo à bezerra e de atirar do alto do cabeço aos sitiantes que no fundo da encosta esperavam a rendição dos valentes defensores de Monsanto. A bezerra ao rebentar lá em baixo mostrou o trigo com que a haviam alimentado, dando a ideia de que a praça não se entregaria pela fome. Enganado por este estratagema, o chefe inimigo mandou levantar cerco deixando os monsantinos em paz. Para comemorar este facto, no dia de Santa Cruz, moços e moças sobem ao castelo acompanhados de muito povo, cantando e dançando ao som dos adufes, glorificando a Divina Santa Cruz. Das suas muralhas lançam um pote de barro, caiado de branco e enfeitado de flores, em memória da engenhosa façanha.”
Sites consultados: Wikipédia, Jornal de Nisa
- Trajes do Alto Alentejo –

O Alentejo com as suas douradas planícies, outrora repletas de cultivo, traz-nos tradições milenares. Os trajes típicos desta região de Portugal são prova disso.
Actualmente os trajes típicos só são utilizados em ocasiões especiais.
Traje da Ceifeira: A roupa das ceifeiras é constituída por dois fatos: roupas do campo roupa de portas.
Roupa do Campo – composta por botas altas, meias grossas pretas, saias dos calções (é uma saia de riscado muito franzida, apanhando- -se esta depois, aos joelhos com uns cordões que se chamam “orelos” e entre as pernas prega-se com alfinetes de dama), uma blusa velhas, um chapéu preto chamado “aguadeiro” no Inverno, no Verão chapéus de palha, um lenço com riscas pretas e brancas. É o fato de trabalho.

Roupa de Portas – composta por uma saia feita de um tecido chamado “gorgorina” franzido ou não, uma blusa do mesmo tecido, ou de fazenda no Inverno. A blusa de Verão tem um folho quadrado, o avental era bordado à máquina, ou com folho por baixo, o lenço azul-escuro de seda. É o fato que as ceifeiras vestiam depois do trabalho nos campos.

Traje do Pastor: composto por calças, camisa, capote, safões e pelico por causa do frio.
Capote - é uma peça de abrigo e de talhe quase direito. Os braços mantêm a liberdade de movimento, o corpo nunca se sente apertado e o frio não entra. Vasto e de certo peso, quase toca o chão, cobrindo todo o corpo. A gola, em pele de raposa usa-se levantada.
Safões – são calças a sobrepor às de pano, que se usam ajustadas. São confeccionadas em pele de borrego, confortáveis, duráveis e de fácil obtenção. Nos meses de Verão estes são substituídos por outros de lona branca.
Pelico – é uma espécie de casaca com as abas largas e compridas, sem mangas, com ombros salientes, protegendo as costas. Pelico e safões costumam ser debruados de Saragoça, pregados de botões metálicos e apertados com tiras de cabedal.

Era comum tanto o pastor como a ceifeira levarem comida no tarro. O pastor usava ainda uns alforges no ombro.
Sites consultados: http://www.eb1-n1a-campo-maior.rcts.pt/turmas/tbandeira/Campo%20Maior/Trajes.htm
- Monumento do Distrito de Setúbal –

O Santuário de Nossa Senhora da Pedra da Mula ou também conhecido por Santuário de Nossa Senhora do Cabo, situa-se no Cabo Espichel em Sesimbra.
O culto de Nossa Senhora do Cabo remonta ao ano 1410, ano em que dois velhos teriam tido uma visão de Nossa Senhora que surgia no mar numa mula, a lenda diz também que as peugadas da mula podiam ser vistas nas rochas, peugadas essas que correspondem a trilhos fossilizados deixados por dinossauros.
O Santuário começa a ser construído em 1701, pela iniciativa de D. Pedro II. Nessa altura já se realizavam ali arraiais em culto à Nossa Senhora, devido à grande afluência de peregrinos, começaram-se a construir hospedarias com sobrados e lojas também conhecidas pelas casas dos círios (1715) dispostos de cada lado da igreja (que está voltada de costas para o mar), formando o Terreiro no Cabo Espichel.
Junto à igreja fica a Ermida da Memória, uma capela abobadada com painéis de azulejos já muito degradados.

No entanto, este Santuário é mais do que um espaço religioso, é também cultural e arquitectónico, na medida em que aí foi também construída uma “Casa da ópera” da qual apenas restam ruínas (1770) e também o famoso Aqueduto do Cabo Espichel que na época, levava até ao Santuário Água Potável.
Sites consultados: Wikipédia, Guia da Cidade, Câmara Municipal de Sesimbra
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- Monumento do Distrito de Portalegre –

O Castelo de Castelo de Vide, localiza-se na freguesia de Santa Maria da Devesa, no concelho de Castelo de Vide.
Está construído sobre uma colina da Serra de São Mamede, antigamente tinha uma função defensiva, pois situava-se junto à fronteira com Espanha.
Devido à beleza da paisagem e do município, esta zona é conhecida com a "Sintra do Alentejo".
Só em 1232 é que a povoação de Castelo de Vide aparece como domínio do reino de Portugal. No entanto, acredita-se que o Castelo poderá ter sido reconquistado aos árabes por D. Afonso Henriques em 1148.

Este Castelo trouxe algumas desavenças na família real portuguesa, isto porque, eram filhos de dois casamentos diferentes (o que gerava discórdias entre qual deveria subir ao trono) e porque o Castelo foi doado por D. Afonso III ao infante D. Afonso Sanches que começou a reforçar as suas defesas, construindo muralhas à volta do Castelo. O seu irmão, Rei D. Dinis, achou aquilo estranho e cercou o Castelo em 1281, pensando que aquele reforço das defesas tinha intenções bélicas. Porém, quando tudo indicava o "assalto" ao Castelo chega, de Aragão, uma Real Embaixada com a proposta de casamento do soberano com D. Isabel, futura Rainha Isabel. Apenas com a intervenção do Reino de Aragão é que se acalmaram os ânimos, ficando acordado que D. Afonso Sanches demoliria todos os reforços defensivos que levara a cabo.
Em 1299, ocorre outra situação relacionada com o infante D. Afonso originada com o seu casamento com uma infanta de Castela, que o leva a abdicar do senhorio de Castelo de Vide recebendo em troca Sintra, Ourém e outras vilas distantes da fronteira.

Mais tarde em 1327, D. Afonso IV, de acordo com a inscrição sobre uma das portas, mandou reforçar as defesas do Castelo, altura em que o Castelo fora entregue a Aires Pires Cabral (quarto avô de Pedro Álvares Cabral). No reinado de D. Fernando o Castelo é entregue à Ordem de Avis em troca de Castro Marim.
No final do século XVII, na época da Guerra da Restauração, o Castelo recebe algumas adaptações para artilharia.
Esteve no palco de uma série de guerras (Guerra da Sucessão Espanhola, Guerra das Laranja, Guerras Napoleónicas), isso levou a que ele se fosse sofrendo graves danos e perdas. É desactivado em 1823.
Sites consultados: Guia da Cidade, Wikipédia, Câmara Municipal de Castelo de Vide
- Artesananto do Distrito do Porto -
Os Tapetes de Beiriz são uma forma de artesanato tradicional da Póvoa do Varzim.
São manufacturados em teares de madeira. Os tapetes de lãs cortadas, são trabalhados nos pontos que os tornaram célebres (ponto de Beiriz, ponto estrela e ponto zagal), apresentam desenhos originais com flores como tema predominante. Este incrível tapete tem como característica única o facto do seu desenho poder ser visto pelo avesso.
A história do tapete de Beiriz remonta a um passado relativamente recente. Data do início do século XX e foi ideia de Hilda d'Almeida Brandão Rodrigues Miranda, nascida em 1892 e falecida em 1949. Constituiu uma fábrica em Beiriz em conjunto com uma ajudante. Começaram a produção da tapeçaria e foram enriquecendo com o ponto por elas inventado, o "nó de Beiriz", que se tornaria famoso, após a sua morte, a fábrica passa para a mão de familiares mas acaba por falir em 1974.

Mais tarde, em 1988, um casal, José Ferreira e Heidi Hannamann Ferreira, recomeçam a produção destes tapetes, recrutando as artesãs da antiga fábrica.
São tapetes notáveis premiados e com demanda nacional e internacional, levando a que os preços oscilem entre 160 a 250 euros por metro quadrado. Os tapetes de Beiriz decoram o Palácio Real dos Países Baixos e edíficios públicos portugueses. O Teatro de São Carlos, em Lisboa, orgulha-se de possuir uma excelente colecção destes tapetes. Um, não, dois desses tapetes podem observar-se no Salão Nobre.
Sites consultados: Câmara municipal de Póvoa do Varzim, Tapetes de Beiriz, Wikipédia
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